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Prólogo

Ninguém escapa das garras sádicas de uma crônica doentia. Uma enfermidade que atende por muitos nomes: ganância, soberba, ignorância, crueldade e porque não, vingança. No ponto atual dessa crônica, pouco faz diferença de qual parte doente estamos falando, pois o aspecto moribundo já recaiu sobre as terras próximas de Ravena fazem tempos.

Outrora, Ravena era uma joia entre as cidades, próspera e reluzente. Suas alianças eram sólidas, sua economia invejável, e seu governo, uma monarquia respeitada por sua habilidade em dialogar com povos de diversas raças. Mas, quando as guerras eclodiram, uma a uma, as cidades ao redor caíram. Os refugiados se aglomeraram nos portões de Ravena, e em breve, a cidade se tornou o último alvo, o símbolo final de resistência.

Mas quem ousaria enfrentar Ravena, a fortaleza da união entre humanos, elfos, anões e halflings? Os Peles Verdes — orcs, trolls e goblinóides —, criaturas predatórias e vorazes. Por décadas, suas terras, insuficientes para sustentar suas hordas, os forçaram a lutar pela sobrevivência. Cidade após cidade, foram esmagadas sob o peso da sua expansão, até que tudo ao redor estivesse sob um véu de morte. Ravena, agora, permanecia como o último baluarte de esperança.

Nos últimos dias, essa esperança foi reacendida por rumores sussurrados nas tavernas e corredores escuros. Havia boatos de que a chave para mudar os rumos da guerra se escondia nas profundezas de uma caverna esquecida, onde repousava o mítico Mithrill. Esse metal lendário, forte como as escamas dos dragões, poderia armar Ravena com força suficiente para virar o jogo e transformar a presa em caçadora.

A localização exata da mina era mantida em segredo, fragmentada entre batedores. Eles traziam apenas pedaços da mensagem para garantir que, caso capturados, não pudessem entregar toda a informação aos Peles Verdes. Os mensageiros informaram que a segunda parte do segredo estaria nas mãos de elfos da lua, em um ponto de encontro nas planícies ao leste, onde seria revelado o mapa completo da mina.

Esses mensageiros contaram que a outra parte da mensagem, que seria provavelmente a localização exata da mina, seria dada num ponto de encontro que ficava nas planícies mais ao leste, e nesse ponto de encontro, um grupo de elfos da lua iriam trazer o mapa contendo a localização ainda mais exata do lugar. Tudo bem dividido em partes para não serem surpreendidos pelos Peles Verdes, e ao mesmo tempo, Tudo feito de forma simples: bastava alguém de Ravena ir nesse ponto de encontro que só poderia ser descoberto caso a mensagem dos mensageiros batedores tivesse sido entregue.

Mas o conselheiro real, Óokulus, teve uma visão sombria de fogo, destruição e morte. Em resposta, um general de Ravena foi convocado para liderar a missão até o ponto de encontro. A visão previu também uma traição iminente, lançando uma sombra de desconfiança sobre a jornada.

Três dias de viagem e um atraso fatídico. Ao invés dos elfos, o general e seus homens encontraram um exército de Peles Verdes, famintos por sangue e vitória. O confronto que se seguiu foi um massacre brutal. Os bravos caíram, e Ravena, mais uma vez, foi deixada à mercê das trevas, seus heróis abatidos sob a fúria de seus inimigos. O último símbolo de resistência, agora ameaçado de ser varrido da história para sempre.

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Abaixo um resumo de todas as páginas.

Locais e Personagens

Regras e Mecânicas

Arco dos Dorakuzas

Arco da Irmandade

Arco da Fortaleza de Thrall

Arco dos Gnomos

Arco de Meethos

Arco de Florels - Parte 1

Arco do Mundo das Sombras

Arco de Florels - Parte 2

Arco do Corvo Escarnecedor

Arco de Ariamis